A singela fumaça do cigarro, que gira no ar, deixando uma esteira de rastos em rodopios ( e pios do fumante que tosse e rodopios da fumaça na janela do vento), está incomodando o mundo dos tolos e fazendo o seu papel de vilão ou bode-expiatório.
Na realidade, o monóxido de carbono fumado compulsoriamente por todos os narizes, avisados ou desavisados, é o que as grandes indústrias "respiraram" tranquilamente no ar; e o expelem sem serem perturbados por seus lacaios da mídia nem tampouco pela estúpida "opinião pública", de médicos pagos para serem cegos e sem olfato para sentirem enxergarem a origem nas chaminés dos "Papais Noéis" empregadores que, em troca de um salário que é o troco da miséria para os proletários e um pouco mais para seus lacaios e policiais vestidos de branco médico ou negro advogado em juízes e advogados de beca, que ficam cegos como sói à justiça graças a alguns bons trocados melhores nos vencimentos.
As indústrias podem fumar á vontade, poluir seus pulmões de lacaios e operários, pois elas pagam seus salários e compram consciências tranqüilas, bem alimentadas acima da miséria do povo. de mais a mais, não é a saúde que faz a riqueza de alguns profissionais, mas sim a doença.Quanto mais doente o povo, mais paciente e estúpido e medrosos ficam. Vítimas fáceis, consciências adormecidas nas drogas legais ou ilícitas, que alimentam o submundo e enriquecem o "super mundo".
O capital (olá, Karl Marx!!!, boa noite eterna em seu sono!), que é o "diabo" que representa o capitalista (assim ambos, capital e capitalistas ficam sendo nada, não são pessoas, graças a essas palavras abstratas, que limpam e lavam todos os crimes cometidos com a consciência serena, pois tudo está na lei pintada, caiada com brancas utopias de paz e beleza ; destarte, desta arte da palavra, não perturbam os inocentes de branco e preto, que dançam seu círculo chinês de Yin/Yang, nem tampouco o povo, o gigante bobo adormecido na fronha da consciência).O diabo está exorcizado em palavras sacramentais.
Tudo, como sempre, pelos séculos e milênios, sobra para os ombros do povo e do indivíduo. A culpa pela poluição, pelo câncer, pelos diabos soltos e voantes na fumaça do cigarro de um indivíduo que bebe sua cerveja no bar, tudo é culpa dele, inclusive porque ele faz dos outros fumantes passivos, que podem morrer de câncer, graças o indivíduo que fuma. É a velha estratégia de guerra do bode-expiatório : alguém, o indivíduo, tem que arcar com as conseqüências das mazelas sociais ( o que é social, do capital, são apenas mazelas; o que faz o indivíduo, o mínimo que seja, é logo levado ou à esfera do crime ou dos males ocasionados à saúde pública ou à saúde de outrem : à macilenta saúde do fumante passivo, o único culpado pela poluição ocasionada pelas grandes indústrias, que não poluem somente o ar, mas o mar, os rios de água doce que o povo bebe, a cachaça , o próprio cigarro fumado, os alimentos eivados de pesticidas, fungicidas e tudo que é "cida", de tudo que mata, leva o corpo humano à decadência, às doenças degenerativas, dentre as quais o câncer é uma das mais conhecidas ).
A sociedade que fuma em indústrias têm dinheiro demais para pagar impostos ( pagar políticos, corrupção, que isso é o que pagam os tributos: o custo da corrupção, o custo de manter pessoas, atores inescrupulosos no poder é o custo da corrupção, que no fim é paga pelo indivíduo em dinheiro, na forma de tributos e , posteriormente, com a própria vida).
É preciso lembrar a todos os tolos que se preocupam com o fumante e com o fumante passivo (que exerce seu direito de viver mais ou menos tempo, ou não, pois todo organismo é único, exceto o organismo abstrato dos médicos incipientes, e nem todos os fumantes morrerão de câncer, sejam ativos ou passivos, Uni/Tanga; direito ficto que lhes é negado, porquanto são colocados no ostracismo, desviando a realidade dos fumantes industriais que assim fumam em chaminés com a consciência tranqüila de quem paga impostos para que a população possa morrer em paz enquanto eles ficam cada vez mais ricos em paz com as polícias montadas em si mesmos, vestidas de branco, preto, amarelo, verde ou com sotainas e solidéu); mister lembrar ainda que o indivíduo somos nós, cada um de nós, quer sejamos soldados, escritores, esportistas, padres, pastores, médicos, enfim, que somos nós os indivíduos atingidos por esses petardos, essas bombas, mas somente somos indivíduos se pensamos por nós mesmo e não com cabeças coroadas com o chapéu das doutrinas (que são pensamentos alheios e que , por serem alheios, alienígenas, fora de nós, nos alienam, nos levam à loucura; quando pensamos com o chapéu de burros das doutrinas já deixamos de sermos nós mesmo, de sermos indivíduos e passamos a rezar na cartilha de algum vigarista mais ou tão ignorante e alienado como nós, que deixamos de ser, que já não somos nós, mas um produto que a doutrina de uma instituição ou empresa comprou caro ou barato).
Quando o ser humano se aliena (se vende, se entrega) a um banco de doutrinas, que trocam seu pensamento pelo pensamento das doutrinas da institucional, ele está falido enquanto ser pensante e humano, não importa se se vende a Jesus ou para quem fala em nome de Jesus ou outro mestre.
Na realidade, ele não está se vendendo a Jesus, que não compra ninguém, mesmo porque já morreu há muito tempo e somente serve de alicerce à instituição que tem o poder de comprar e vender almas tolas no mercado dos infelizes escravos das vontades dos líderes e donos daquela instituição que diz operar em nome de Jesus, mas que trabalham como empresa dos membros da instituição.
Os médicos bem pagos, principalmente com o "status social" de grandes médicos, célebres e, em função disso, ricos, em conjunto inconsciente, graças ao dinheiro, que é o "incosnciente dinheiro coletivo", bem como outras autoridades estúpidas graças às bençãos dos deus "Stautus e à deusaCelebridade" que trazem consigo a "Pedra Filosofal", que tudo trasnforma em ouro e dinheiro e poder ( e mulheres! e consumo! e ilhas e samoa no Pacífico!)), operam o milagre de fazer crer ao próprio fumamnte que é ele, indivíduo, que polue o planeta e não os bilhões ( ou trilhões, ou quatrilhões de Tio Patinhas!) de cigarros que são fumados pelas indústrias, ininterruptamente, dia e noite, no círculo completo de Yin e Yang, na máscara preta e branca do Yin e Yang chinês, que o que eles fumam não é nada, que somente o mísero cigarro fumado pelo operário da indústria é que causa todo os males do mundo; que o cigarro que aquele bênbado está fuamando agora no boteco da esquina é aquele propalado o movimento da asa de uma borboleta de fumaça que vai afetar o outro lado do planeta e até o cosmos com suas galáxias! (ai! Teoria do Caos no caos do cérebro humano!) ; no que tange aos quatrilhões de cigarros fumados pelas indústrias poluentes, que até poluem a água, e não somente o ar e os pulmões do pobres, essas fábricas divinas e caridosas dos capitalistas alimentam a mesa dos trabalhadores : é o "pão nosso de cada dia", que deve ser rezado de joelhos a cada dia.
Ah! como faz bem os cigarros fumados pelas indústrias que alimentam o proletariado com câncer!!! Oh! o diabo solto em cinzas!
Os médicos sóbrios, inteligentes, asseveram que todos morreremos de câncer, porque é uma doença degenerativa : e a vida é degenerativa, assim como o fora regenerativa e criadora de si.
sábado, 18 de outubro de 2008
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